SELEÇÃO PAULISTA É HEXADECACAMPEÃ

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Updated: novembro 17, 2019

Terminou na tarde deste domingo, 17 de novembro, o XXXIX Campeonato Brasileiro de Seleções de Boliche – Divisão Masculina.

Os paulistas ganharam o título máximo nacional das Seleções Masculinas pela décima sexta vez nos trinta e nove anos do Campeonato Brasileiro de Seleções.

A Seleção Paulista repetiu a conquista do ano passado e tornou-se a maior vencedora do Brasileirão de Seleções de Boliche.

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A organização geral do evento foi da Boliche Brasil, a Confederação Brasileira de Boliche, presidida por Guy Igliori.

As disputas aconteceram nas 24 pistas do Bolix do Shopping Internacional, localizado às margens da Via Dutra, Km 225, em Guarulhos, SP.

Tradicionalmente o Campeonato Brasileiro de Seleções é o evento nacional indicado para o programa Bolsa Atleta do Ministério dos Esportes.

Foram nove seleções estaduais na disputa desta 39.ª edição: São Paulo, Mato Grosso, Minas Gerais, Distrito Federal, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Bahia e Pernambuco.

Seleção Paulista (e-d): Celso Azevedo, William Hideki, Igor Pizzoli, Pedro Diniz, Mário Farias, Nilson Diniz

A classificação final ficou assim:

CAMPEÃ: SÃO PAULO com 802 pontos acumulados por William Hideki, Igor Pizzoli, Celso Azevedo, Pedro Diniz, Nilson Diniz e Mário Farias.

VICE-CAMPEÃ: MINAS GERAIS com 472 pontos (Bruno Costa, Flávio Castellões, Fernando Castellões, Bernardo Abreu, Marco Túlio e Gabriel Miranda).

3.º lugar: RIO DE JANEIRO com 356 pontos (Márcio Vieira, Marcelo Suartz, Paulo Feijó, Danilo Rocha, Adilson Balthazar e Rogério Mattos).

4.º lugar: SANTA CATARINA com 230 (Rogério Bachi, Daniel Murta, Sidney Dartora, Jair Dartora, Oscar Marin e Guga Dias).

5.º lugar: DISTRITO FEDERAL com 207 (Luiz Afonso, Jamil Sales, Eugênio Carvalho, Duda Leão, Márcio Bandeira e Paulo Borracha).

6.º lugar: PERNAMBUCO com 163 (Alde Salgado, Niltinho Farias, Petrônio Sabino, Rafael Lins, Alcindo Marsaro e Ivan Oliveira).

7.º lugar: MATO GROSSO DO SUL com 142 (Rodrigo Marques, Reginaldo Morel, Hedio Liebich, Francisco Bonacina, Mário Testa e Marcos Nemerski).

8.º lugar: MATO GROSSO com 52 (Glauco Levy Pacheco, Felipe Ventura, Célio Belmonte, Renato Àvila, Antonio Toledo e Moreira Àvila).

9.º lugar: BAHIA com 39 (João Neto, Tito Viveiros, Carlos Salgado, Flávio Alvarez, André Cordeiro e Diego Portella).

A seleção campeã foi definida por pontos acumulados em cinco fases: Individual, Duplas, Tercetos, Equipes e All Events de Seleções.

Fase Individual das Seleções Masculinas

OURO: RIO DE JANEIRO (Paulo Feijó) com 1.271 pinos e média de 211,83;
PRATA: DISTRITO FEDERAL (Luiz Afonso), 1.263 (210,50);
BRONZE: PERNAMBUCO (Alde Salgado Neto), 1.252 (208,67).

(e-d) Luiz Afonso, Paulo Feijó, Alde Salgado Neto

Fase de Duplas das Seleções Masculinas

OURO: MINAS GERAIS (Bruno Costa & Flávio Castellões), 2.586 (431,00);
PRATA: SÃO PAULO (William Hideki & Nilson Diniz), 2.563 (427,17);
BRONZE: SÃO PAULO (Celso Azevedo & Mário Farias), 2.435 (405,83).

(e-d) William Hideki, Nilson Diniz, Bruno Costa, Flávio Castellões, Celso Azevedo, Mário Farias

Fase de Tercetos das Seleções Masculinas

OURO: SÃO PAULO (Pedro Diniz & Celso Azevedo & Igor Pizzoli), 3.686 (614,33);
PRATA: DISTRITO FEDERAL (Duda Leão & Luiz Afonso & Jamil Sales), 3.588 (598,00);
BRONZE: RIO DE JANEIRO (Paulo Feijó & Márcio Vieira & Marcelo Suartz), 3.585 (597,50).

(e-d) Luiz Afonso, Duda Leão, Jamil Sales, Celso Azevedo, Pedro Diniz, Igor Pizzoli, Marcelo Suartz, Márcio Vieira, Paulo Feijó

Fase de Equipes das Seleções Masculinas

*Nesta fase jogam os seis componentes da seleção mas a menor partida do time é descartada na soma.

OURO: SÃO PAULO (William Hideki, Igor Pizzoli, Celso Azevedo, Pedro Diniz, Nilson Diniz e Mário Farias), 6.433 (214,43);
PRATA: MINAS GERAIS (Flávio Castellões, Gabriel Miranda, Marco Túlio, Bernardo Abreu, Fernando Castellões e Bruno Costa), 6.272 (209,07);
BRONZE: RIO DE JANEIRO (Márcio Vieira, Rogério Mattos, Paulo Feijó, Danilo Rocha, Marcelo Suartz e Adilson Balthazar), 5.851 (195,03).

Seleção Paulista (e-d): Celso Azevedo, William Hideki, Pedro Diniz, Igor Pizzoli, Mário Farias, Nilson Diniz
Seleção Mineira (e-d): Gabriel Miranda, Marco Túlio, Bernardo Abreu (atrás),
Fernando Castellões, Flávio Castellões, Bruno Costa (frente)
Seleção Fluminense (e-d): Adilson Balthazar, Rogério Mattos, Danilo Rocha, Márcio Vieira, Paulo Feijó, Marcelo Suartz

All Events das Seleções Masculinas

OURO: SÃO PAULO com 29.179 pinos (202,63 de média individual);
PRATA: MINAS GERAIS com 27.844 pinos (193,36);
BRONZE: SANTA CATARINA com 27.116 pinos (188,30).

All Events Individual das Seleções Masculinas

OURO: Bruno Costa (RJ) com 5.292 pinos (220,50 de média);
PRATA: William Hideki (SP) com 5.135 (213,96);
BRONZE: Paulo Feijó (RJ) com 5.044 (210,17);
BRONZE: Mário Farias (SP) com 4.925 (205,21);
BRONZE: Igor Pizzoli (SP) com 4.910 (204,58);
MAIOR PARTIDA: 295 de Bruno Costa (RJ);
MAIOR SÉRIE: 1.434 (239,00) de Bruno Costa (RJ).

(e-d) Mário Farias, William Hideki, Bruno Costa, Paulo Feijó, Igor Pizzoli

FORMA DE DISPUTA

O Campeonato Brasileiro de Seleções 2019 (Masculinas e Femininas) e a Taça Brasil de Seleções 2019 (Masculinas) deverão ter no mínimo 5 equipes, incluindo a equipe sede para validação.

Cada uma das equipes deverá ser formada por seis atletas.

O condicionamento das pistas nos quatro dias de competição será o pattern da World Bowling 2019, 40 pés.

As fases disputadas serão as seguintes:
> INDIVIDUAL (6 partidas pelo total de pinos derrubados);
> DUPLAS (6 partidas de cada participante, pelo total de pinos derrubados);
> TERCETOS (6 partidas de cada participante, pelo total de pinos derrubados);
> EQUIPES (6 partidas de cada participante, com a soma de pinos derrubados, sendo que a cada partida a pior da equipe é descartada);
> ALL EVENTS por equipe.

Taça Brasil de Tercetos poderá ter tercetos formados por atletas de Federações diferentes ou mesmo por jogadores avulsos.

Cada jogador jogará 24 games e será declarado campeão o terceto com maior total de pinos derrubados.

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