DOPING NO BOLICHE

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Updated: fevereiro 1, 2019
doping no Boliche

A ocorrência de doping no Boliche

Embora o doping seja raro acontecer nas disputas de boliche, os exames antidoping são realizados periodicamente pelas autoridades esportivas.

Lembramos, inclusive, um caso grave acontecido no boliche em julho de 2017, quando então a alemã Laura Beuthner foi punida.

Ela perdeu a medalha de Ouro para Kelly Kulick (Estados Unidos) e, logo depois, foi suspensa após um teste positivo de doping nos Jogos Mundiais em Wroclaw, na Polônia.

O direito do competidor disputar o jogo limpo

A política antidoping é direcionada para proteger, em princípio, o direito fundamental dos atletas de participar do esporte livre de doping.

E, desse modo, promover a saúde, a justiça e a igualdade nas competições.

Os órgãos fiscalizadores, em suma, agem em conformidade com a Agência Mundial Antidopagem (AMA) – World Anti-Doping Agency (WADA).

Doping no Boliche

A AMA (WADA) é uma organização independente criada por iniciativa coletiva liderada pelo Comité Olímpico Internacional (COI).

Foi fundada em 10 de novembro de 1999 em Lausanne, Suíça, com o propósito de coordenar a luta contra o doping no esporte.

Por que os atletas se dopam?

Em princípio, doping é o uso de drogas ou qualquer substância que melhore de forma artificial o rendimento de um atleta durante uma competição.

Por certo, aquele que usa doping pode obter alguma vantagem em relação aos que não o usa.

Por isso o doping é considerado desleal e antiético e é terminantemente proibido no esporte.

teste antidoping é realizado com o intuito de detectar as substâncias proibidas presentes no corpo do atleta.

Geralmente esse teste é feito com a coleta de urina (uns 65 ml), uma vez que é pela urina que são eliminadas substâncias tóxicas ao organismo.

Para fazer o exame, o atleta é encaminhado para o controle de doping.

Lá ele faz a coleta da urina na presença de um responsável do evento, para que não haja fraude na coleta.

Em seguida à coleta são analisados o pH e o volume da amostra, que depois será transferida para dois recipientes: prova e contraprova.

Quando, por exemplo, são encontradas substâncias proibidas na prova, é feito um novo exame com a amostra contraprova.

Nos casos em que a contraprova também dê resultado positivo, a infração do esportista é informada ao órgão que controla o processo para que seja punido.

O laudo do exame é entregue em envelope lacrado primeiramente ao órgão responsável, e não ao atleta.

As substâncias que são consideradas doping

As substâncias vetadas na prática esportiva são classificadas em quatro grupos, a saber:

1. Estimulantes: são aquelas que tornam o atleta mais excitado, agindo diretamente no sistema nervoso.

São capazes de eliminar a sensação de fadiga e o potencializar o desempenho do atleta.

Dentre as mais comuns, por exemplo, estão a Anfetamina, a Cocaína e o Ecstasy.

2. Narcóticos analgésicos: são as que têm o poder de amenizar a dor e são usados com maior frequência no ciclismo e no pugilismo.

Nesse grupo, por exemplo, está a Morfina e derivados.

3. Diuréticos: atuam na eliminação de água do organismo para que haja perda de peso, além de serem utilizados também para eliminar outras substâncias proibidas.

4. Esteroides Anabolizantes: sobretudo aumentam a massa muscular do atleta e diminuem o tempo de recuperação.

Certamente são as mais nocivas das substâncias vetadas.

O doping, por certo, pode trazer inúmeros efeitos colaterais como
comportamento agressivo,
acne, lesões hepáticas,
sudorese excessiva,
choque anafilático,
insônia, arritmia cardíaca,
acidente vascular cerebral,
cânceres, entre outros.

Somente os laboratórios credenciados pela AMA (WADA) são aptos a fazer o exame antidoping.

Todos os atletas são submetidos ao teste sem serem avisados previamente.

Comunicado da Confederação Brasileira de Boliche

Conforme informado na nossa reunião, a ABCD (Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem) nos solicitou o calendário de eventos de 2019

Em resposta à ABCD informamos todos os eventos nacionais de 2019 (Brasileiros e taças) bem como data e local de sua realização.

Assim sendo, é imperativo que as federações informem aos atletas que a ABCD pode realizar em QUALQUER competição do calendário de 2019 exames antidoping.

Doping no Boliche

Eles não avisam com antecedência, nesse sentido apenas chegam ao local e informam a autoridade do evento que realizarão coletas em atletas.

A não aceitação da coleta por um atleta, de fato, é considerada declaração de culpa sujeita a suspensão por dois anos de atividade esportiva.

Em 2017 no Brasileiro de Clubes tivemos oito exames realizados com o Pinheiros e com o Fluminense através de sorteio, portanto qualquer atleta está sujeito ao exame.

A ABCD também tem acesso ao nosso ranking brasileiro e poderá realizar exames em qualquer atleta e em qualquer local, eventualmente até mesmo em casa.

Quem faz uso remédio com receita médica precisa entregar e atender aos requisitos da AUT (Autorização para Uso Terapêutico).

Além de ter que preencher e enviar à ABCD a AUT pode ser acessada diretamente no site.

Atenciosamente,
GUY IGLIORI
Presidente da Confederação Brasileira de Boliche
President of Brfazilian Bowling Confederation

+ 55 61 3340-1340
SEPS 705/905 Bloco “A” Sala 517
ASA SUL – Brasília – DF – 70-390.055 

Doping no Boliche

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