XXXII TAÇA SÃO PAULO DE BOLICHE: RESULTADOS FINAIS

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Updated: janeiro 22, 2012

 XXXII TAÇA CIDADE DE SÃO PAULO
José Luiz Veiga (in memorian)
20, 21 e 22 de janeiro de 2012
Organizada pela Federação Paulista de Boliche – FPBOL. Homologada para o Ranking Geral Paulista e  para o Ranking Brasileiro da CBBOL.

LOCAIS:
Planet Bowling – Praça Jácomo Zanella,187 – Lapa – São Paulo/SP
Fones: (11) 3617-3941 ou 3617- 3509
(1.ª e 2.ª Divisões Masculinas e 1.ª Divisão Feminina).

Tiger Bowling Rua Sérgio Tomás, 204 – Bom Retiro – São Paulo/SP
Fone: (11) 3338-2435 (demais Divisões Masculinas e Femininas).

Horário da Sexta-feira: 14h
Horário de Sábado e Domingo: 9h em turno único

RESULTADOS DO 3.º DIA – FINAIS (planilhas Excel para download)

> PLANET (1.ª e 2.ª divisões)

TIGER (3.ª, 4.ª e 5.ª divisões)

* colaboração: Cristina Sebulka

53 Comentários

  1. Rogério Mattos

    22 de janeiro de 2012 at 23:08

    Parabenizo a FPBOL pela organização da Taça.

  2. Décio Abreu

    23 de janeiro de 2012 at 11:29

    Rogério, nunca vi quem ganhou reclamar, só elogiar…..rsrsrsrsrs
    Brincadeiras à parte, parabéns à você e ao Júlio, espero que o Be volte a treinar e possamos tentar ganhar juntos algum dia… Deve ser uma sensação incrível essa que vocês experimentaram.
    Parabéns também ao maestro Freire, segue vencendo e desafiando o tempo.
    Muito boa a organização.
    Não reclamo de condicionamento, mas confirmou-se o que venho falando, aqui os condicionamentos são sempre diferentes do que o gráfico mostra… O que jogamos nada tem a ver com o divulgado. Quem treinou no boliche do Caco com este programa sabe que falo a verdade. Precisamos de um diretor técnico que ajude no condicionamento para evoluir. Deste jeito, nunca treinaremos nos condicionamentos que encontraremos nos eventos internacionais.
    Abraços.

  3. Wagner Cerchiai

    23 de janeiro de 2012 at 15:19

    Oi Décio, tudo bem?
    Você tem toda a razão, e é muito simples, colocamos um programa que foi desenvolvido para óleos de competição, tipo Utopia, com densidade 81 com o óleo da casa, Visflo 32,5, não tem nem a metade da viscosidade, é como colocar gasolina num motor diesel! Além disso, na linha AMF existe um produto que se chama Reactor, que tem a finalidade de tornar a pista mais estável, aumentar o arremate e score, vou te enviar por e-mail. Eu cheguei a implorar ao Geraldo e ao Tuca para mudar, mas eles não quiseram. Assim, como você falou, continuamos a aumentar a porta de saída.
    abraço,
    Wagner

    PS: recado publicado no Mural do Boliche Online em 23/01/2012 às 17:02
    “Esclarecimentos
    Ficou definido na última assembléia da CBBOL que nos torneios Brasileiros seriam utilizados 2 programas de óleo, ambos da WTBA e nas Taças apenas um, mas também WTBA. Nessa reunião, ficou definido que em BH e na Bahia, hoje as máquinas não teriam condições de fazer óleos da WTBA. Cada Federação escolheu o comprimento de óleo: curto, médio e longo. São Paulo ficou com o médio.
    Durante os testes de passagem de óleo, os responsáveis verificaram que os programas mais curtos eram também mais carregados na cabeceira e com o óleo Visflo 32,5, era impossível a prática do boliche.
    Numa primeira atitude, mudamos o programa para 41 pés, ao invés de 38 e eu comuniquei a todos os presidentes o que estava ocorrendo, uma vez que nós seríamos os primeiros a praticar o que foi definido na assembléia. Nesse e-mail, anexei as especificações de óleo da AMF, que mostra o óleo que se usa nas competições da PBA, tem densidade de 81, enquanto o que usamos no Brasil tem apenas 32,5, não é nem a metade da densidade. A conclusão que cheguei é que os programas da WTBA não são compativeis com óleos de baixa densidade como os usados no Planet e Tiger. Mudei o meu voto sobre esse assunto e solicitei que isso fosse revisado. Não obtive resposta de nenhum presidente de Federação, nem do presidente Geraldo Couto. Liguei para o Geraldo e expliquei a situação e ele disse que não haveria problema e que não mudaria. Falei também com o diretor técnico, que ajudou nos testes de óleo, e ele disse que dava para jogar. No e-mail que enviei, anexei as especificações de óleo e também de um produto chamado Reactor, que melhora as condições das pistas, em arremate, estabilidade das condições durante as partidas e aumenta o score.
    Conclusão, criamos uma condição de pista pior que na PBA, onde as pistas são mais novas, as máquinas de óleo mais novas e com manutenção em dia e todos os produtos necessários usados no dia-a-dia.
    O presidente da FPBOL em exercício, James Bradfield, preocupado com esses problemas, convocou uma reunião extraordinária para tratar da Taça, entre outros pontos, o condicionamento era um dos principais. Ficou definido que a FPBOL não iria mudar o que havia sido decidido pela CBBOL, sob a pena de ter a homologação impugnada.
    Já comuniquei o novo presidente da CBBOL, Cesar Maciel sobre o fato.
    Sem mais para o momento,
    Wagner Cerchiai
    Ex-presidente da FPBOL”

    • Bira Teodoro

      23 de janeiro de 2012 at 21:16

      Wagner
      Ao menos, agora, você sabe o que é ter uma idéia razoável e ser voto vencido… rsrsrs

  4. Charles Robini

    23 de janeiro de 2012 at 17:50

    Hahahahaha Que lamentável essa Taça São Paulo, sorte que não joguei. O que mais me impressiona é o pessoal METIDO A ENTENDIDO que decide o óleo no Brasil. Primeiro que metade nem sabe qual é o condicionamento correto porque NUNCA JOGOU EM UM CONDICIONAMENTO CORRETO. Brasileiro de Seleções e a Taça São Paulo foram torneios de tiro ao pombo!!!
    Galera… condicionamento TÉCNICO NÃO É ESSA M*RD@ QUE ESTÃO COLOCANDO.
    Olha só a mediocridade do ESPORTE. O pessoal faz uma assembléia no ano anterior e NINGUÉM SABE AS REAIS CONDIÇÕES DAS MÁQUINAS E QUALIDADE DE ÓLEO DE CADA BOLICHE. Depois os gênios PARA RESOLVEREM a c@g@d@ aumentam a distância do condicionamento, bom se vocês aumentam a distância e o volume é baixo quer dizer que você diminuir a densidade e ainda melhoram a limpeza que contribuir ainda mais para ficar um torneio de PANCADA NO PINO 1.

  5. Fabio Cunzolo

    23 de janeiro de 2012 at 18:52

    Condicionamento de óleo pelo menos tem explicação e sofre com as condições das casas de Boliche de nosso pais, agora educação tem explicação?

  6. Charles Robini

    23 de janeiro de 2012 at 22:16

    Após o post do Bira eu procurei entender se eu coloquei algum ponto falho no meu post e eu encontrei. Eu errei ao utilizar o termo de organização porque pelo que me contaram na parte organizacional a taça teve muito sucesso. Só quero mostrar a minha insatisfação em alguns pontos.
    Primeiro está relacionado que o antigo presidente que colocou o post sobre o ocorrido na taça foi o mesmo que em conjunto estabeleceu os padrões para o ano de 2012 sem ter o conhecimento das reais condições e agora tenta colocar que não teve nenhuma culpa.
    O mais engraçado é que o ex-presidente da CBBOL tomou a decisão de manter o condicionamento e foi CAMPEÃO DA TAÇA SÃO PAULO, mesmo sabendo que o condicionamento seria totalmente diferente do divulgado. Para piorar eu estou esperando o pedido de desculpas da CBBOL em relação ao brasileiro de seleções, em que a CBBOL realizou um campeonato para 100 atletas em um boliche sem NENHUMA CONDIÇÃO DE REALIZAR UM TORNEIO. Aos atletas que não estavam presentes, não HAVIA ILUMINAÇÃO (praticamente impossível de visualizar o breakpoint), pinos fora de posição em todas as pistas, entre outros problemas.
    Essas situações são inaceitáveis porque os torneios são pagos e na verdade essas situações são a causa do desaparecimento de grande parte dos atletas.

  7. Charles Robini

    23 de janeiro de 2012 at 22:26

    Bira,
    Nada pessoal, mas como você citou o meu nome em um vídeo, eu me vejo no direito de responder ok?
    Você devia terminar o vídeo que começou. Colocando que estratégia teve êxito, os resultados favoreceram as pessoas CERTAS e que o Bira vai divulgar a vitória da armação em seu site.

    • Bira Teodoro

      23 de janeiro de 2012 at 22:54

      Charles
      Pode fazer um vídeo também, se quiser, os meus eu faço o roteiro do meu jeito. Não estou aceitando encomendas.
      Ah… e Charles não tem só um no mundo… tem o Chaplin que é muito mais engraçado e divertido que você…
      Controle-se! kkkkkk

    • Bira Teodoro

      23 de janeiro de 2012 at 22:57

      O Márcio Vieira vai adorar saber que armaram pra ele…

      • Charles Robini

        23 de janeiro de 2012 at 23:07

        Bira,
        Você é ótimo sempre consegue desviar o foco, o Márcio nem ganhou a taça e nem foi o all-events do torneio, bela tentativa hahahaha.

        • Bira Teodoro

          23 de janeiro de 2012 at 23:26

          O Márcio foi campeão do All Events da 1ª divisão… E o Rogério Mattos ganhou a 2ª com média maior que a do Márcio…

  8. Charles Robini

    23 de janeiro de 2012 at 23:33

    Logo o All-events do torneio foi o Rogério Mattos.

    • Bira Teodoro

      23 de janeiro de 2012 at 23:41

      Ok, Ok… o Rogério vai adorar saber que armaram pra ele…
      Depois ele vai nos contar como conseguiu isso.
      Péraí… entendi… armaram pro Vasco… arráá
      Márcio e Rogério

  9. Décio Abreu

    24 de janeiro de 2012 at 10:13

    Esta foto poderia ter a legenda:
    Fernando pensando: Onde foi que errei e dois cariocas ganharam o all events da Taça SP? Deixar o meio seco não está resolvendo mais…

  10. Luiz Biondi

    24 de janeiro de 2012 at 12:04

    Viver no Brasil já é uma m&rd@, tentar jogar boliche então!…
    Quer dizer que tudo se resume a uma briga entre Estados,
    um tentando f…der com os jogadores dos outros?!
    Cara, isso é nojento!…
    Prefiro acreditar na incompetência.
    Ou que, como disseram acima, referindo-se aos Estados Unidos,
    aqui também o boliche é um esporte de chinelões…

    • Bira Teodoro

      24 de janeiro de 2012 at 16:18

      Biondi
      Tira esse espírito charliano que não lhe cai bem.
      Não existe essa guerra estadual de bastidores. Pára.
      Se não possuem condições técnicas e experiência para condicionar as pistas, imagina se vão ter para “direcionar” um condicionamento.
      Essa é mais uma lenda urbana repetida por décadas…

  11. Décio Abreu

    24 de janeiro de 2012 at 15:03

    Pô, Biondi, eu estava brincando, claro que foi para tirar um sarro com meus amigos de SP, jamais achei que houve armação. Pega leve, amigo.
    Se o óleo não foi o ideal, o ambiente foi ótimo, organização idem, e as críticas são construtivas.
    Um abraço.

    • Bira Teodoro

      24 de janeiro de 2012 at 16:16

      É por aí, Décio. Faltam condições técnicas, conhecimento e experiência para alguém aqui no Brasil conseguir condicionar as pistas conforme as determinações dos detalhados mapas de óleo.

  12. Bruno Cabeça

    24 de janeiro de 2012 at 15:57

    Rogério e Márcio,
    Parabéns aos meus dois amigos!!!
    PS: o Rogério tá ficando mascarado… tirou até foto!!!

  13. Luiz Biondi

    24 de janeiro de 2012 at 16:27

    O que me deixou realmente desanimado é que vi que a plenária da CBBOL determinar os óleos das Taças…
    O Décio falou que a máquina dele não tem condições de colocar um óleo PBA. Espero que o boliche dele não seja o último no qual tento jogar no Brasil…

    • Bira Teodoro

      24 de janeiro de 2012 at 16:43

      Uma curiosidade: como é que você e 99,99% dos jogadores brasileiros vão saber que o óleo é PBA ou WTBA? Na prática? Até agora eu só tenho uma resposta: de orelhada!

  14. Fernando Cals

    24 de janeiro de 2012 at 16:27

    Céus!!! o Boliche já foi mais ameno.
    Reclamação sempre teve, nem todos conseguem vencer. Mas dessa vez – e pelo menos nisso louvemos a democracia e a possibilidade de se falar o que quer – conseguiu passar um pouco dos limites.
    Perguntinha: parei de jogar faz mais de dez anos… naquela época ninguém entendia, ou reclamava tanto, de óleo.
    Agora, alguém entende?
    Ou só são pitacos.
    Saudosos abraços
    Fernandão a.k.a Fernando Cals

    • Bira Teodoro

      24 de janeiro de 2012 at 16:49

      Concordo contigo, Fernandão.
      É a pergunta que não quer calar: como é que 99,99% dos jogadores brasileiros vão saber se o condicionamento de um determinado campeonato é PBA ou WTBA?
      O Marcos venezuelano me contou que uma vez, na Argentina, após ele condicionar as pistas, um jogador “PASSOU O DEDO” na pista e depois de esfregar um dedo no outro, declarou: “programa dieciocho”… kkk… Acho que se ele lambesse seria capaz de dizer a densidade… kkk

  15. Charles Robini

    24 de janeiro de 2012 at 17:33

    Bira Patota,
    Você é um cara que se esqueceu das suas raízes depois que entrou para CBBOL, sempre criticando os absurdos que ocorriam nos campeonatos e eu sempre te admirei por você defender o ESPORTE ao invés de defender interesses pessoais.
    De uns tempos para cá você só defende a CBBOL e o clube pinheiros, que ambos o presidente faz parte. Bira eu sou um cara de que tenho essência e nenhum cargo ou participação vai mudar o meu jeito de agir. Uma pena que você tenha partido para o grupo da patota porque no fundo eu sei que você é uma boa pessoa

    • Bira Teodoro

      24 de janeiro de 2012 at 18:00

      Charles Otário
      Não aceito essa sua canalhice de me chamar de vendido. Você não me conhece e não passa de um moleque mal educado e birrento, que não tem moral nenhuma para falar da minha vida pessoal, aliás nem da vida pessoal de ninguém. Seu pequeno passado no boliche (que eu e muita gente conhece) o condena, e não o qualifica para usurpar esse posto de senhor da verdade e de todas as respostas. Recolha-se à sua insignificância.
      Você está confundindo “defesa” com exaltação de conquistas da CBBOL e do E. C. Pinheiros. Aliás, se você não percebeu já fiz o mesmo com o Vasco da Gama, com o Vitória da Bahia, com a FEPABOL, e muitos outros. Nunca ataquei as instituições, mas sim os cartolas. Felizmente, tenho tudo registrado em meu site.

      • Charles Robini

        24 de janeiro de 2012 at 21:30

        Bira,
        Primeiro fiz um brincadeira porque você vem usando meu nome em outros postos e vídeos de maneira bem pejorativa, então quem não tem educação é você, além do mais quando você citar o meu nome tenha a coragem de falar que se dirigiu a min ao invés de falar que existem várias pessoas com meu nome e me mostra UM POST OU VÍDEO EM QUE EU TE OFENDI OU USEI SEU NOME DE MANEIRA PEJORATIVA, então você que começou a me desrespeitar sem eu nunca ter feito nada para você. Segundo você tem que aprender a ler porque em nenhum momento critiquei sua vida pessoal.
        Bom meu passado no Boliche nem discuto com você porque sua história no boliche é zero. Já que você tem tudo REGISTRADO, me mostra, depois que você começou a participar da CBBOL alguma crítica sua ou a divulgação dos erros que a entidade vem cometendo.

  16. Paulão

    24 de janeiro de 2012 at 17:35

    Amigos aqui em Mato Grosso nossa maquina de passar óleo é da marca rodão tem vários programas mas depende do “barata” estar de bom humor, então tanto faz, mas uma coisa é certa estamos sempre beliscando
    TAÇA SÃO PAULO 2º DIVISÃO
    2º LUGAR – DUPLAS
    PAULO SOARES – 2º LUGAR ALL-EVENTS
    MAIOR PARTIDA DE DUPLAS
    Abraços Bira!!!

    • Edson Junqueira

      27 de janeiro de 2012 at 22:10

      Olá Paulão!
      Que acha de um encontro de bolicheiros aqui em Maringá ou Londrina? Podemos agendar um encontro e disponho-me em buscar as melhores opções de hotelaria, restaurante, boliche dentre outras.

  17. Charles Robini

    24 de janeiro de 2012 at 17:38

    Fernando Cals,
    O boliche mudou muito em 10 anos, menos os dirigentes do Brasil. Eu acredito que todos os presidentes e diretores técnico sejam os mesmos da sua época, em que as armações eram constantes e eles conseguiam além de dirigir o esporte dominar a seleção nacional. Isso durou até o momento que eu, marcelo e alguns outros juvenis começaram a participar de seleções, ou seja, eles podem armar o que for que não ganham mais nada no boliche, mas os mesmo continuam dirigindo e DESTRUINDO O ESPORTE A CADA ANO.

  18. Décio Abreu

    24 de janeiro de 2012 at 21:01

    Depois de brincar com o Fernando sobre o condicionamento da Taça SP, vou falar sério.
    O que digo (para ser bem simples) é que o gráfico apontava mais óleo no meio, o que não aconteceu. O Wagner me enviou mensagem com densidade de óleo, mas, com qualquer densidade, a distribuição não correspondia ao gráfico. Tinha claramente uma faixa seca entre as setas 3 e mais óleo à medida que se ia abrindo da 3 para a 2 e um grande acúmulo em cima da 2 até a 1. Mesmo um leigo olhando para o gráfico e jogando pode perceber que o que a pista apresentava nada tinha a ver com o gráfico.
    As pistas estavam iguais para todos, mas quem levou equipamento baseado no gráfico dançou.
    Boliche é um jogo de contrastes. A opção de equipamento e área dejogo depende se o condicionamento é mais seco no meio, flat ou em coroa. Da mesma forma que temos constraste maior ou menor entre a cabeceira e o final da pista, arremate, dependendo se o óleo é curto, médio ou longo. Quanto mais óleo no meio, mais margem de erro. Quanto menos óleo, mais justo o tiro ou deve-se jogar pela 3 de canhoto por ex, também falando bem simplesmente. Da mesma forma, variamos as opções dependendo da distância. No óleo longo, o contraste cabeceira/arremate tende a inverter-se à medida que o jogo vai seguindo.
    A intenção da fed paulista era facilitar, mas acabou caindo na mesmice do meio seco. Simplesmente o programa falhou. Máquina mal regulada? Limpeza deficiente? Defeito na máquina, sujeira? pode ser também pistas com o meio mais baixo. Meio lixado, pelo que vi, não é.
    Fui lá nos pin decks e constatei o que sempre falei: estão machucados, são do mesmo material da pista e estão todos marcados. Os pin decks, ao contrário do que muitos pensam, são a parte mais exigida das pistas, muito mais do que as cabeceiras onde quicam as bolas. Os do Planet (e do Tiger) precisam de um passe de lixa da máquina vibratória para parar de marcar (trackear) as bolas.
    SP precisa resolver estes problemas urgente, é o centro que mais possui jogadores e todo o evento lá tem potencial de participação grande, logo, boa arrecadação para a CBBOL.
    Se eu puder ajudar, estou à disposição. Como disse o Bira, também se pode chamar o Marcos Moreno. Algo tem que ser feito.
    Abraços.

  19. Charles Robini

    24 de janeiro de 2012 at 22:17

    Bira,
    Você não respondeu nada do que eu te coloquei, ficou sem resposta neh. Mais uma vez você mudou o foco colocando uma SUGESTÃO de planejamento, onde idéia de planejamento surgiu de um debate sobre o futuro, ou seja, sua sugestão apesar de MUITO BEM REDIGIDA, não foi pontual. Além disso o plano é uma sugestão e não uma crítica, o que eu mencionei foi de criticar em defesa dos atletas ou do esporte, visto que esse site não é TEORICAMENTE filiado a nada.
    Bom eu resolvi que vou parar por aqui, debater com pessoas que não sabem o que é o boliche como esporte é muito complicado.
    Para finalizar vou colocar que sempre debati sobre condicionamento porque eu percebi que todos os esportes no BRASIL, sem exceção, começaram a receber investimentos públicos ou privados a partir do momento que apresentaram resultados expressivos, sendo assim necessitamos das reais condições para almejar esses resultados, mas chega cansei de tentar mostrar o caminho que todos os esportes seguiram para jogadores de liga.
    FUI

    • Bira Teodoro

      24 de janeiro de 2012 at 22:43

      Agora sim você está ficando tão engraçado quanto o seu xará Chaplin… ou seria Chapolin Colorado?
      “cansei de tentar mostrar o caminho” … hahahaha… é o profeta que veio do céu pras pistas agora?
      Suas teorias conspiratórias vazias e seus chiliques de criança birrenta não vão fazer falta nenhuma…
      VAI

  20. Luiz Biondi

    24 de janeiro de 2012 at 22:39

    Porque não gostam do futebol (soccer) nos EUA? Uma das explicações é de que há poucos gols… O quê os jogadores de boliche tem de “vender”? -Strikes!… Quando foi o último 300 oficial aqui?!…hem, Bira?!… Vcs acham que a imprensa ou alguém (torcida) que chegasse lá no Planet no primeiro dia vendo o pessoal da nossa elite sofrendo horrores para fazer um ligue, um strike numa pista, outro lá adiante, iria acreditar que aquilo era consequência de um condicionamento mal-feito?!… Que aqueles são realmente nossos melhores jogadores?!
    Pistas bloqueadas: resultam em festival de strikes: é isso que nós queremos, mas o mais importante é que é isso que a torcida e a mídia querem!… Óbvio!…
    Precisamos – antes de qualquer coisa – segurar os pangarés (como eu)
    TEMOS QUE JOGAR PARA A TORCIDA! – todos nós e em todos os torneios (CBBOL inclusive e principalmente)… A turma da minha divisão ficaria felicissima batendo 170, 180, e pessoal da 1a e 2a, acho que gostariam de bater 220, 230…(Sem contar que prá bater 130, não precisamos de caras bolas reativas e “trabalhar na superfície” delas!)
    Qdo houvesse um torneio fora, haveria uma classificatória (acho que aberta a todos) com o condicionamento divulgado…

    • Bira Teodoro

      24 de janeiro de 2012 at 22:54

      Luiz
      Já coloquei aqui que ANTES de debater condicionamento TEMOS que PLANEJAR o Boliche Brasileiro.
      Um plano detalhado, revisado periodicamente, com metas, objetivos e transparência.
      Que adianta os americanos assistirem um jogo de soccer com 12 gols, se no dia seguinte descobrirem que existem apenas 2 equipes no campeonato? E, além disso, que há muita dificuldade para um jogador novato entrar na seleção desses times?
      Temos que FOCAR, parafraseando o Chapolin, primeiro na estruturação e ampliação do boliche como esporte organizado, DEPOIS vamos procurar condicionamento seletivo. Aliás, por falar nisso, desde sempre fui favorável ao condicionamento “festivo”.

  21. Bruno Cabeça

    25 de janeiro de 2012 at 14:08

    O boliche ter mais ou menos jogadores tem uma parcela pequena com a dificuldade do boliche.
    O ambiente que se frequenta e a alegria de estar com os amigos tem muito mais relação.
    Sou a favor de se jogar em boliches com graus de dificuldades normais,
    sem exageros de ambos os lados, mas festival de strike de qualquer jeito eu sou contra pois desrespeita o esporte.
    Abraços respeitosos a todos com opiniões iguais ou diferentes.

    • Bira Teodoro

      25 de janeiro de 2012 at 15:25

      Concordo com esse seu ponto de vista, Bruno, pois já relatei aqui que a falta de alegria (pontuação razoável & strikes) desestimula tanto os jogadores quanto o público.
      Ah… e faz muito tempo que não tem “festival de strikes” nas competições oficiais…

  22. Douglas Jr.

    25 de janeiro de 2012 at 15:19

    Pessoal! É necessário ter este bate-boca com pessoas que sabem jogar mas nem sempre sabem respeitar?
    Com pessoas que entendem de boliche mas não respeitam uma competição?
    De homens com cabeça de criança?
    Vamos utilizar este espaço para promover o esporte,
    seja ele festivo ou competitivo, mas que com certeza tem que ser respeitoso.
    Abraços
    Douglas Jr.

    • Bira Teodoro

      25 de janeiro de 2012 at 15:37

      Douglas
      Tem os que clamam por liberdade de expressão, mas não sabem debater como adultos BEM educados.
      Tem os que não tem o mínimo bom humor e distorcem simples adjetivações em ofensas pejorativas.
      Tem os que só sabem criticar, sem apresentar UMA única sugestão prática.
      Tem os que pensam como o Hommer Simpson “a culpa é minha e ponho ela em quem eu quiser”.
      Portanto a resposta para suas três perguntas é a mesma: Não!

  23. Décio Abreu

    25 de janeiro de 2012 at 16:41

    Bira, ainda tem a galera que reclama do preço. Preço é relativo. Sempre digo nas reuniões da nossa empresa que ir à Disney é longe e caro. Mas compensa, é agradável. Mesmo caro e longe, as pessoas fazem fila. Se nossa empresa oferecer diversão e ambiente saudáveis e agradáveis, as pessoas vem e pagam com prazer.
    Com pistas horríveis e ambiente carregado, os jogadores não vão nem na esquina com inscrição grátis.
    Por isto, quem pesa o ambiente com reclamações, acusações, mau humor e desrespeito aos colegas competidores, e quem faz péssimos condicionamentos, está matando o esporte. Com todo o respeito a quem pensa diferente. Gostei, Cabeça.
    Abs

  24. Renan Zoghaib

    26 de janeiro de 2012 at 01:48

    O uso dos padrões WTBA no meu ver não tem “muito” a ver com o óleo Visflo utilizado e sim com a máquina que possui no Planet. Coloca-se qualquer tipo de pattern no Planet o meio fica mais baixo.
    Realmente o que o Décio disse é verdade, eu treino no boliche do Caco… e não existe nem um pouco de comparação…
    No Planet tem que ser house shot ou tem que usar máquinas Kegel ou A22, ou até mesmo uma AMF, desde que a mesma esteja em perfeitas condições.

  25. Bruno Cabeça

    26 de janeiro de 2012 at 10:25

    Bira,
    A questão de se ter alegria e vontade de jogar boliche no meu caso e de muitos que começaram comigo ou mesmo antes, pouco tem com fazer muitos strikes e boliches fáceis. Óbvio que boliche impossivel é dose pra mamute.
    Te garanto que o incremento de pessoas jogando os torneios se você fizer boliches fáceis de jogar não é significativa. A renovação não passa por aí.
    Abraços

    • Bira Teodoro

      26 de janeiro de 2012 at 11:05

      Bruno
      A atração de um evento com condicionamento “festivo/fácil” não é imediata, da mesma forma que a rejeição de um evento com condicionamento “seletivo/difícil” também não é imediata. Essa sensação é formada na cabeça dos participantes ao longo do tempo e depois de vários eventos. Por isso a diminuição de participantes é lenta e gradativa, porém, infelizmente, contínua.
      Quem é que viajaria pra SP, por exemplo, sabendo das dificuldades que iria encontrar, além das picuinhas e reclamações sem fim?
      Porém, não basta facilitar as condições de jogo para atrair jogadores, isso é apenas um item de uma logística muito mais complexa, que envolve hospedagem, alimentação, premiação, ranking, etc.

  26. Luiz Biondi

    26 de janeiro de 2012 at 10:58

    “quem faz péssimos condicionamentos, está matando o esporte”
    Repitamos mil vezes, como um mantra, essa frase do Décio!…
    É óbvio que as “reclamações, acusações e mau humor” são as consequências naturais do crime acima.

  27. Bruno Cabeça

    26 de janeiro de 2012 at 11:18

    Sabe o que está acontecendo no boliche aqui no Brasil é que muitas vezes o boliche está mal condicionado por diversos fatores, o que torna muito difícil o jogo, aí sim causando irritação e chiadeira. Com isso as pessoas já pedem um condicionamento moleza, esquecendo que pode haver um condicionamento justo sem ser impossível de jogar, mas sem bloqueio de 10 tábuas secas à direita.

    • Bira Teodoro

      26 de janeiro de 2012 at 11:26

      Ainda assim, o condicionamento é só uma parte de todo o processo de decadência no número de filiados.

  28. Décio Abreu

    26 de janeiro de 2012 at 13:27

    Cabeça, por que será que quando se fala em bom condicionamento, ou condicionamento menos difícil todo mundo parte para bloqueios ou 10 tábuas secas? Bom condicionamento, para mim, não é bloqueio.
    O que eu defendo é um condicionamento bom de jogar, não a ilha da fantasia. Aliás, sempre fui contra o condicionamento do Cosmic quando inaugurou. Era a ilha da fantasia. Qq pangaré batia 190, 195. Porque fizeram este condicionamento mole mole? Para ganhar os federados. Todos ADORARAM jogar lá, o único que falava que não se aprendia a jogar com aquele condicionamento era eu, mas todos acreditavam que eu falava para desmerecer o concorrente.
    Isto de diz alguma coisa?

  29. Rogério Mattos

    29 de janeiro de 2012 at 10:32

    Décio de Abreu, quando elogiei a organização da Taça, não foi por ter sido campeão, mas pelas atitudes e decisões sempre com base na legislação.
    Abraços.

  30. Décio Abreu

    30 de janeiro de 2012 at 10:06

    Ô Rogério, eu tava brincando…Mais uma vez parabéns.
    E concordo, as decisões a respeito dos apagões foram perfeitas.
    Curta seu título, merecido.
    Abs.

  31. Bruno Cabeça

    3 de fevereiro de 2012 at 14:42

    Décio,
    Eu estava viajando e não abri a internet, mas eu concordo com o que você defende
    e algumas pessoas aqui nesse site defendem são coisas diferentes.
    Boliche honesto não é boliche impossível mas também não pode dar asa à cobra, senão não é esporte.
    Não podemos, pela ilusão de se achar que teremos mais jogadores (repito ilusão), acabar com o esporte fazendo um nivelamento de jogadores que não são nivelados.
    Mas isso não dá o direito a jogarmos em pistas mal condicionadas e com condicionamento de pros e que pouquíssimas pessoas nesse país sabem fazer, eu inclusive.

    • Bira Teodoro

      3 de fevereiro de 2012 at 15:54

      Bruno
      Não lembro de ter lido aqui que alguém defenda o condicionamento mais fácil “na ilusão de ter mais jogadores federados”. Tenho a impressão que houve uma distorção do que se escreveu até agora. O que se disse é que os poucos federados que ainda restam cada vez menos participam dos eventos que “supõe-se” estar com condicionamento seletivo. Concordo com você que “condicionamento seletivo” não é o mesmo que “condicionamento impossível”, muito ao contrário.
      Para aumentar o número de federados, tem que TER e APLICAR um PLANEJAMENTO estrutural, nada a ver com condicionamentos de pistas.

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